EDIÇÃO 22

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O TEMPLO DE SALOMÃO

 

A maçonaria é uma associação iniciática e filosófica, cujos membros praticam os princípios da liberdade, democracia, igualdade, fraternidade e aperfeiçoamento intelectual, não importando a religião do indivíduo. (Por isso não se usa o nome Deus, mas 'Grande Arquiteto do Universo' ou 'G.A.D.U.'.) O que se cobra do participante é a prática de valores progressistas e humanistas.  A maçonaria é composta por Graus Simbólicos e Filosóficos, variando o seu nome e o âmbito de Rito para Rito. O Rito Maçônico é o conjunto de regras e preceitos com os quais se praticam as cerimônias, cujos membros se comunicam com sinais, toques, palavras e instruções “secretas”.

 


O R.E.A.A. ou Rito Escocês Antigo e Aceito é especialmente praticado no Brasil, onde vários maçons (ou “pedreiros”) participaram e conduziram importantes mudanças no país, entre eles Dom Pedro I, Deodoro da Fonseca e Duque de Caxias. Todos os Graus desse Rito contêm uma parcela da Lenda de Hiram Abiff , que possui uma simbologia esotérica agregada a uma liturgia iniciática maçônica.


Acredita-se que na época da construção do grande Templo de Salomão, os Ritos obedeciam a preceitos religiosos hebreus, descobrindo-se posteriormente que entre os egípcios também existiam rituais sigilosos para a construção das pirâmides. A Lenda de Hiram nos Graus Inefáveis do R.E.A.A. – O Templo de Salomão (de Denizart Silveira de Oliveira Filho - 272 páginas - Madras) aborda a lenda de Hiram Abiff, engenheiro da construção do Templo de Salomão, morto por três companheiros de trabalho porque ele era o único que sabia decifrar as escrituras do Templo. O autor  explicita os 14 Graus Inefáveis (Loja de Perfeição) – porque quase todos os Graus Inefáveis se referem a Deus -, com instruções morais, explicações históricas, simbólicas e espirituais, interpretações e ornamentações, que tanto suprem de informação o leitor interessado como o praticante de forma  “nem tão superficial e nem tão minuciosa”.

Inefável significa que a palavra não deve ser dita e entre elas estão o Tetragramaton, o nome inefável dos judeus, que para os cristãos é INRI e para a Maçonaria é 'G.A.D.U.'.

 

A Lenda de Hiram se relaciona à questão da morte e da vida, e do renascimento.


Denizart Silveira de Oliveira Filho, membro da Academia Maçônica de Letras, Ciências e Artes do Estado do Rio de Janeiro  explica que o nome Hiram Abiff não consta na Bíblia, mas existem referências a pessoas da região do Líbano chamadas Hiram, entre elas o rei da cidade fenícia de Tiro que enviou material de construção e um homem para a o templo original de Jerusalém e um outro Hiram descrito como um homem de Tiro que trabalhava em bronze, filho de uma viúva da tribo de Neftali. Há Hiram Abiff, o artífice que o Rei enviara a Salomão para o embelezar o Grande Templo e o Hiram arquiteto, filho de uma mulher da tribo de Dan e de um homem tírio chamado Ur, que significa "forjador de ferro". O nome Hiram pode ser traduzido como "Vida Elevada".
Os nomes dos três companheiros que assassinaram Hiram Abiff (Jubela, Jubelo e Jubelum) deram origem aos sinais (posturas) dos três primeiros Graus maçônicos, simbolizando o corte da garganta; a extração do coração e a dilaceração do ventre, forma como Hiram teria sido assassinado, dentro da Lenda de Hiran Abiff, conhecida como Lenda do Terceiro Grau. Na lenda de Hiram Abiff, surgem três "assassinos", que feriram a morte o Mestre, através de golpes com instrumentos de trabalho, a régua, o esquadro e o maço. Todos os golpes contribuíram para essa morte e todos os produziram com excessivo dolo. Diz-se em maçonaria, "Assassino", aquele que "trai" os ideais maçônicos, pois "destrói" a vida espiritual.


Os fenícios, embora sejam semitas, tinham uma forte influência cultural ariana como se demonstra em seu culto ao Adonis grego, que era um dos deuses principais fenícios, e sua adoração à Fênix, uma Ave de Fogo que renasce, como o sol (no Solstício) dos povos arianos. Adonis era a versão grega do mito do Deus Solar que morre e renasce como o Balder nórdico, o Osíris egípcio, o Cernunus celta e o Apolo romano e resulta uma evidência irrefutável da influência ariana na cultura fenícia. 


Assim, Hiram Abiff, Rei de Tiro, era um rei-sacerdote da Tradição Ariana, segundo a lenda, descendente de Tubalcaín, filho de Henoc o criador da primeira cidade humana e filho, por sua vez, de Caín que foi procriado por Lúcifer e Eva na sombra da Árvore do Conhecimento. Hiram de Tiro representa então o mestre espiritual esotérico da tradição luciferina entendendo Lúcifer como o Deus Solar da sabedoria dos arianos: o Prometeu portador (e proporcionador) do Fogo, o Anjo da Luz, o Wotan, Thot, Vishnú, etc... Oposto ao Jeová, ao Demiurgo telúrico e ao deus da ignorância e das mentiras. A imagem de Hiram de Tiro é vista como a fundadora da Maçonaria (de origem ariana).

A Lenda do Terceiro Grau, a de Hiram, diz que com o estudo da meditação, estimulamos a imaginação, que nos conduz à intuição, o que nos dá o poder de descobrir a Verdade. O Templo de Salomão é o modelo do corpo humano. O Templo, como o corpo humano, se estende do Oriente ao Ocidente e do Norte ao Sul, o que quer dizer que o homem é uma unidade indivisível como o Universo. Sua cabeça, que se eleva em direção a mundos superiores, converte-se, pela Sabedoria Espiritual, em Salomão, que ergue um Templo para a glória do Grande Arquiteto do Universo Íntimo.

 

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